Dizem que a vida repete determinados ciclos de acontecimentos, a fim de que a gente cresça e evolua enquanto pessoa. Como assim?É fato que a minha amorosa sempre foi um quebra-cabeça hiper complicado, até porque a minha personalidade forte e “impetuosa”, na maior parte das vezes, afasta as pessoas de mim. Isso é natural.
Entre namoros e términos, o que mais me abalou em dizer “adeus” foi, sem dúvidas, o último. Eu tinha que encarar e tomar uma postura em relação ao que estava acontecendo. Pra ser sincera, eu não sei o que estava acontecendo. Tudo começou com uma amizade, virou paixão em um momento de “carência” de ambos os lados, até que, um dia, o amor virou doença. Ambos estávamos sofrendo, pois uma relação como aquela foi decaindo, decaindo, até que... “faliu”. Éramos iguais, mas, ao mesmo tempo, tão diferentes. Poderia arriscar em dizer que ele não era a minha “alma gêmea”.
Cheguei a um ponto em que tudo nele me irritava. Eu já não agüentava mais, queria que ele fosse da forma como eu queria, mas ele era diferente... Muito diferente. Então, dei-me conta de que era melhor sair logo daquela e deixá-lo livre pra ser feliz.
Definitivamente, ele era dócil e divertido, mas “ai” de quem ferisse seu pior defeito: o orgulho. E foi isso o que aconteceu. Nós terminamos, mas o que o machucou mais não foi simplesmente isso. O que provocou a “ira” dele foi que eu já estava me interessando por outra pessoa. Foi o “estopim”. Depois disso, ele me bloqueou de todas as formas nas redes sociais (pra ser sincera, nem tentei contato com ele desde então), mas ainda continuou a me acompanhar pelo Twitter. Eu confesso que nunca fui fã de Twitter, mas sabe aquela tentação que você tem de ver aquele espaço em branco pra poder escrever o que se passa na sua cabeça? É, meu erro foi “twittar” a minha felicidade. Deveria ter ficado com o “bico fechado”, literalmente. Eu e minhas “explosões”. Ele leu. Não sei ao certo quem foi o “passarinho” que repassou pra ele as minhas falas, mas ele ficou sabendo, e reagiu da pior forma. Tentou virar o jogo, se defender dizendo que eu o traí, pra que, mais uma vez, não corresse o risco de ser “ridicularizado” por ter sido “trocado”, como ele mesmo afirmou. Não, eu não o troquei. O espaço que ele preencheu na minha vida, quando ele saiu dela, foi “aterrado”, acabou.
Enfim, o que não faltam são fofoqueiros pra tomar conta das nossas vidas, não é? Da mesma forma que ele ficou sabendo que eu estava “vivendo a minha vida”, sem rancores e sem medo de ser feliz, eu fico sabendo que ele esteve “esperneando” na internet, como um garotinho que perdeu seu doce. Patético, lamentável, de verdade. Triste ver um homem de mais de 30 anos se comportando como um menininho.
Mas e você, “Ovelha Negra”? Você é ciumenta, tosca, nariguda, desbocada, chata pra cacete. Com que direito fala tudo isso desse moço tão bonzinho? Bom, eu digo que já estou convalescendo daquela “doença” que citei acima. O que ainda estou tratando é o pavio curto. Também estou aprendendo a levar alguns desaforos pra casa, de brinde. Mas aí, é um ciclo evolutivo um pouco mais complexo. Preciso de mais algumas doses de tempo pra poder remediar certos detalhes. Ciumenta ainda sou, um tanto grosseira também, mas meu cérebro agora é, por decreto irrevogável, para o meu próprio bem, o centro das minhas emoções. O coração só aproveita e saboreia os bons frutos. =)
“Quero uma vida novinha em folha em 2011!”






