quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Voe, para longe!


Aquele fingido está se achando o tal. Não que ele não seja, mas na verdade ele é o contrário daquilo que representa. É o contrário daquilo que pede, é exatamente aquilo que diz que não é. É a contradição em pessoa, é o avesso do seu lado certo.
O que faço pra esse fantasma me deixar em paz? Peço que me esqueça? Não, peço que me procure, que me respeite, que me ame. Quem sabe, assim, ele não some? Voe, voe em paz... Voe pra bem longe de mim... Tenho uma aliança em meu dedo, que prende à razão; que não me deixa voar insanamente atrás de suas falsas promessas.

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