
Não valeria a pena dizer quem sou, pois no momento em que isto está sendo lido, eu não mais sou – eu fui. Ou será que vivemos em um eterno presente? Melhor, então, seria ater-me a pensar naquilo que serei, apesar de que o futuro nunca chega, mas tão somente se transforma em presente, e este, por sua vez, em passado. Então, a pergunta deveria ser: “Quem serei eu”? Se assim fosse, a resposta seria: “Nada.”, tendo em vista que o futuro é sempre futuro, e nunca chega, até que provem o contrário. Na verdade, o que chega não é o futuro, e sim o presente, donde se pode inferir que a vida é uma constante utopia. o.O’

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