Sabe onde duas retas paralelas se encontram? No infinito. É lá, onde eu vou te encontrar.
Sabe onde o horizonte termina? No lugar em que o sol se põe. É lá, onde eu vou te encontrar.
Sabe onde numa partitura musical a fermata é sinal de fim da melodia, sem que o maestro assim o defina? Ao fim da sinfonia. É lá, onde eu vou te encontrar.
Sabe onde o Universo termina e começa uma nova dimensão, em que é possível voltar no tempo e desfazer aquilo que gostaria que nunca tivesse acontecido? Um lugar em que o tempo não existe. É lá, onde eu vou te encontrar.
E eu sei que, assim como eu, você está lá... Doce, paciente, incansável a me esperar. E é lá mesmo onde eu estou – lá, onde eu guardei minha esperança. É lá, a 440 MHz... O diapasão universal, que irá ecoar perfeito, em sincronia com a eternidade que o acompanhará.

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